A revolução dos bichos.

Como a domesticação dos animais moldou as sociedades humanas.

Cave painting

HÁ 12 000 ANOS
O indício direto mais antigo da domesticação de um animal são os restos mortais fossilizados de uma mulher abraçada a um filhote de cão ou lobo encontrados numa região que hoje é parte de Israel.

DE RIVAL A COMPANHEIRO
Há mais de doze milênios, o homem trocou a vida de caçador e coletor pela de agricultor. Arqueólogos imaginam que os detritos gerados pelas famílias recém-fixadas à terra tenham atraído alcatéias, que se aproximavam à noite, em busca de comida. O lobo começou a se aproximar da mão que o alimentava, e o homem, a valorizar a presença do predador. De lixeiro eventual, ele passou a guarda-noturno, espantando outros animais. Com o tempo, os espécimes mais dóceis foram entrando em casa, iniciando a real domesticação. Alguns estudiosos remontam a relação entre homens e ancestrais dos cães a mais de 150 000 anos.

HÁ 10 000 ANOS
Porcos, carneiros e ovelhas, cabras e bodes começaram a ser criados em diferentes regiões do Oriente Médio e da China.  

PROTEÍNAS PORTÁTEIS
As plantações de trigo e cevada passaram a atrair suínos, ovinos e caprinos selvagens, que invadiam as lavouras primitivas em busca de alimento. Comparativamente mansos, esses animais deram origem aos primeiros rebanhos da humanidade. A vantagem para os humanos foi enorme: as proteínas animais ficavam ao alcance da mão – e sem os riscos inerentes à caça. 

HÁ 9 000 ANOS
Um dente de felino encontrado nas ruínas de Jericó, no território da Cisjordânia, indica que o gato já convivia com os humanos ainda no período neolítico.  

DEUSES NO CELEIRO
Os depósitos de grãos atraíam uma grande quantidade de roedores, que estragavam a comida e espalhavam doenças. Independentes, versáteis e excelentes caçadores, os gatos ainda selvagens livravam os celeiros desses invasores silvestres. A tradição diz que foram os egípcios que efetivamente trouxeram o gato, há cerca de 5 000 anos, para a intimidade dos templos – e das casas. O animal também era adorado como encarnação da deusa Bastet. Quem matasse um gato era punido com a pena de morte. Os animais que morriam de velhice ou doença costumavam ser mumificados.

Fonte: Revista Veja 2004

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Conheça os cuidados que você deve ter com seu cão no inverno e dias frios

Retirado so site: http://www.dogdogs.net/conheca-os-cuidados-que-voce-deve-ter-com-seu-cao-no-inverno-e-dias-frios

Abaixo seguem as 10 principais recomendações para que todos os donos de cachorros não veja seu animal de estimação doente nem sentindo frio. Veja:

01. Diminua o ritmo de banhos durante os meses de inverno.

02. Nunca leve seu cãozinho para passear logo após o banho. Espere um tempo até que ele não corra mais risco de ter um choque térmico.

03. Vista roupinhas em cães de pelagem mais curta. Cachorros de porte médio geralmente não aceitam roupinhas, mas se você conseguiu acostumá-lo desde cedo, aproveite!

04. Evite tosar seu cachorrinho no inverno, ao contrário das raças que tem uma certa tolerância ao frio, a maioria delas sentem tanto frio quanto nós, humanos.

05. Evite passear com seu animal nos horários mais frios do dia. Escolha horários mais quentes que seu amigo vai lhe agradecer!

06. Tenha certeza que seu cachorro esteja dormindo confortavelmente em uma local apropriado, como uma casinha feita especialmente para ele.

07. Assim como os humanos, no inverno o cão come mais no inverno que no verão. Aumente um pouco a quantidade de ração diária dele.

08. Vacine seu cachorro contra doenças típicas de climas mais amenos, tal como a traqueobronquite.

09. Fique atento se seu cão sofre com alguma doença crônica, em dias frios ele tende a sentir mais dores.

10. Se você seguiu à risca todos os itens acima e mesmo assim acha que seu cão não está bem, leve-o imediatamente um médico veterinário de sua confiança.

Dicas de cuidados com seu animal doméstico

Retirado do site: http://www.protecaoanimal.curitiba.pr.gov.br/

Família: um amigo deve levar só alegrias. Antes de levar um animalzinho para casa, tenha certeza de que ele não será motivo de discórdia e brigas. Caso contrário, todo mundo vai sofrer, principalmente ele.

Higiene: o cão deve ter abrigo confortável, protegido do sol, da chuva e do vento. Para evitar algumas doenças, recomenda-se um banho por mês. Já os felinos são animais muito limpos e não precisam tomar banho frequentemente. E lembre-se: todo proprietário deve recolher as fezes de seu animal nas ruas, nas calçadas e nos parques. É uma atitude de cidadania e obrigatória por lei.

Alimentação: um animal bem alimentado é um amigo feliz. Forneça alimentos apropriados, de acordo com a espécie e a idade do animal. Os adultos devem ser alimentados duas vezes ao dia, e os filhotes de quatro a seis vezes ao dia. Mantenha sempre a água limpa e fresca à disposição. Recolha os restos de alimentos do comedouro do animal, evitando, assim a proliferação de ratos, baratas e formigas.

Cuidados Médicos: seu amigo também precisa ir ao médico. Ao desmamar, ele deve visitar o médico veterinário para desverminar e receber as vacinas. Os filhotes devem ser vacinados com 2, 3 e 4 meses de idade, e os adultos anualmente, com vacina contra a raiva e doenças próprias da espécie. Providencie a vermifugação do seu animal seguindo as orientações veterinárias a esse respeito. E não se esqueça de levá-lo para fazer exercícios.

Atividades físicas: durante o passeio, utilize sempre coleira e guia. É segurança para o animal e para as pessoas. Se o animal for bravo, utilize também a focinheira e evite agressões.

Castração: o animal castrado vive melhor e fica mais dócil. Todo proprietário pode levar seu animal para castração, seja ele macho ou fêmea, de raça ou não. Assim, você contribui para diminuir a superpopulação de animais na cidade.